



Renato Turnes é ator e diretor de teatro e cinema, roteirista e documentarista. É um dos fundadores da La Vaca Cia. de Artes Cênicas, junto a qual dirigiu espetáculos como Mi Muñequita, Kassandra e Uz, além de atuar em Le Frigô e Ilusões. Também dirige, escreve e atua em Homens Pink, projeto de filme e teatro documentário. É também diretor convidado em projetos de outros grupos e artistas.
Nos últimos anos tem se dedicado à investigação e criação no campo do teatro documentário. Sua pesquisa se reflete em trabalhos como O Homem de Agrolândia (Malcon Bauer), Eu faço uma dança que a minha mãe odeia, Parte da Paisagem e ECO (Karin Serafin), Dona Bilica - Naquele tempo (Pé de Vento Teatro), Cartografia do Assédio (Karma Cia de Teatro) e Rinha (Grupo Risco de Teatro).
Com especial interesse na memória da comunidade LGBTQIAPN+, dirigiu, além de Homens Pink, trabalhos como Não Representadas (espetáculo), Finas & Caricatas – Memórias do carnaval do Roma (Patrimônio Imaterial), O Amigo do Meu Tio (documentário) e roteirizou curtas de ficção como Selma Depois da Chuva e Bloco dos Corações Valentes.
Publicou o livro O Baú do Biriba, coletânea de textos de circo-teatro recuperados do acervo do Teatro Biriba (com Gláucia Grígolo, Letras Contemporâneas, 2016). É responsável pelo argumento e um dos autores do roteiro da Graphic Novel Cartilagem, ilustrada por Eloar Guazelli (com Marko Martinz e Vander Colombo, Darkside Books, 2023).
Seu documentário Homens Pink (2020) recebeu o Prêmio Especial do Júri no DIGO - Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero e o Prêmio de Melhor Média Metragem no Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Filmes de Arquivo. Seu curta O Amigo do Meu Tio (2021) recebeu o Prêmio Canal Brasil de Curtas no Festival Mix Brasil 2021, passando a fazer parte da programaççao do canal. O filme também foi selecionado para a coletânea britânica de curtas Boys on Film: Dangerous to Know (Pecadillo Pictures, 2023), com distribuição em mídias físicas e streamings no continente europeu. Seu roteiro para Bloco dos Corações Valentes recebeu o Prêmio de Melhor Roteiro no Festcine 2024.
Entre outros prêmios, recebeu a Medalha do Mérito Cultural Francisco Dias Velho, concedida pela câmara de vereadores de Florianópolis (2011), o Prêmio Waldir Brazil, concedido pela Academia de Letras e Artes de Santa Catarina (2012) e foi o artista homenageado na 22º edição do Festival Isnard Azevedo – Floripa Teatro, recebendo o Troféu Isnard Azevedo.
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